DF espera aumento de 18% nas vendas em relação ao ano passado

O levantamento é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

A pesquisa sobre as vendas durante a Páscoa revela que o comércio local espera por um aumento de 18,08% em relação ao ano passado e para 42,91% dos lojistas, a data vai ser melhor em 2022 se comparada com o ano anterior. Esse índice teve uma considerável variação em relação a 2021, época em que as restrições impostas pela pandemia ainda impactavam na circulação de consumidores. No ano passado, apenas 28,70% dos comerciantes acreditavam que as vendas seriam positivas.

Ainda de acordo com o levantamento, o valor do ticket médio registrou alta tanto na expectativa dos consumidores quanto dos lojistas. Para quem vai comprar um presente, o orçamento planejado gira em torno de R$ 149,16. No ano passado, os consumidores previam gastar R$ 99,83.Em relação a preferência de produtos, basicamente, a maior parte se concentra na compra de ovos de páscoa (46,18%) e chocolates/trufas (37,75%). Cestas de café da manhã são a terceira opção, ficando com 16,7%.

A maioria dos consumidores pretende comprar em lojas de shoppings (36,73%), no período da tarde (47,81%) e aos finais de semana que, considerando de sexta a domingo, somam mais de 82% do apurado: sábados (36,46%), sextas (27,61%) e domingos (18,36%).Os índices mostram alta também no número de consumidores que pretendem presentear alguém durante a páscoa e mulheres devem ir mais às compras do que homens. Assim como observado na visão do consumidor, a maioria dos lojistas esperam vender mais no cartão de crédito, seguido do débito e apenas 8,78% dos lojistas esperam receber o pagamento em dinheiro, o mesmo para Pix/Transferência que vem aumentando gradativamente.

De acordo com a presidência da Fecomercio-DF a melhoria no cenário deste ano pode ser reflexo do avanço da vacinação.A coleta de dados para a pesquisa se deu no período de 10 a 25 de fevereiro deste ano. A abordagem aos 513 consumidores aconteceu de forma aleatória, em diferentes pontos de circulação do DF. Já a abordagem aos lojistas locais se deu de forma telefônica, compreendendo uma amostra de 501 empresas de diferentes segmentos.

Por: Ernandes Almeida

Foto: Mario Rodrigues

 

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