Falta de atendimento faz pais registrarem ocorrência policial

Dessa vez os bebês e crianças estão enfrentando dificuldades

No início desta semana as famílias que procuraram atendimento para bebês e crianças no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) enfrentaram dificuldades e saíram da unidade sem ter acesso ao tratamento dos menores. Algumas famílias esperaram 14 horas.Insatisfeitos com a situação, os responsáveis pelos pquenos procuraram a Policia Civil do Distrito Federal (PCDF) para registrar boletim de ocorrência.Até a tarde de terça-feira, inúmeras crianças ainda aguardavam por atendimento.

Em um dos casos de demora, um recém-nascido chegou ao Hospital Materno Infantil acompanhado pelo pai, ás 10h da manhã de segunda-feira, ás 16h passou pela triagem, e segundo o pai, o atendimento do bebê ocorreu á 0h, mas acabou retornando para casa sem saber o que o filho tinha e o tratamento necessário.Revoltado com a não prestação de atendimento adequado ao filho, o pai acompanhado da mãe, procurara a polícia e registrou boletim de ocorrência denunciando a falta de serviço.

Dentro do Hmib, os pacientes viram um aviso com a informação de que devido ao excesso de pacientes no Pronto Socorro e nas enfermarias, o plantão do dia 23 de maio de 2022, priorizaria pacientes com classificação laranja e vermelha.O hospital já havia decretado bandeira vermelha no atendimento da unidade hospitalar em 13 de maio também por conta da superlotação. Questionada sobre a situação no Hmib, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que o aumento no atendimento no hospital na tarde desta segunda-feira se deu por conta das doenças respiratórias e que a unidade está com a bandeira laranja.

Segundo a pasta, os pacientes passam pela triagem para terem o quadro clinico identificado e receberem a pulseira. Já os pacientes que com baixo risco devem procurar atendimento nas Unidades Básicos de Saúde (UBSs) e de Pronto Atendimento (UPAs). Por fim, pasta ressalta que tem se desdobrado para ampliar os atendimentos nas unidades de saúde na capital.

Por: Francisco Lima

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução

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