Tratamento precoce na rede pública de saúde do DF para HIV

Estamos no Dezembro vermelho, o mês é alusão ao tratamento precoce contra Hiv/AIDS,  para lembrar a importância da prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos de pessoas que vivem com HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis. No Distrito Federal, 13 mil pacientes fazem tratamento na rede pública, sendo que, em 2021, foram registrados 590 novos casos de HIV, 179 novos casos de Aids e 76 óbitos, números que reforçam a importância da campanha deste mês.

No DF, a tendência nos últimos anos é de redução do número de novos casos de HIV e adoecimentos e óbitos por Aids, o que revela a procura pelo diagnóstico precoce e adesão ao tratamento.

De 2016 a 2020, foram diagnosticados, em média, 701 casos por ano e, no mesmo período, 306 novos casos de Aids. Já os óbitos tiveram uma média anual de 105 ocorrências nesses cinco anos.

Para qualquer doença, a prevenção é sempre o melhor remédio. Sendo assim, a rede pública oferece exames, diagnósticos, medicamentos e acompanhamento gratuitos à população.

O teste rápido para diagnóstico de HIV/Aids pode ser feito nas Unidades Básicas de Saúde e também no Centro de Testagem e Aconselhamento, na Rodoviária.

Já os locais de tratamento são as policlínicas do Lago Sul, Ceilândia, Taguatinga, Paranoá e Gama; Hospitais de Base e de Santa Maria, Ceilândia e Sobradinho; Hospital Universitário de Brasília e também no Centro Especializado em Doenças Infecciosas, antigo Hospital Dia.

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

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